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30 de setembro de 2011

Gincana Bíblica

Fonte: Diocesano - Jornal Diocese N.Hamburgo- set/out/2011 n° 26
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11 de agosto de 2011

A formação do Novo Testamento



            O Antigo Testamento foi sendo escrito e organizado no decorrer dos mil anos que antecederam o nascimento de Jesus: quando Ele nasceu, o Antigo Testamento já estava formado. Fixaremo-nos nessa reflexão sobre a formação do Novo Testamento, isto é, dos livros que foram escritos após Jesus Cristo.
            Jesus de Nazaré (O Messias, Nosso Salvador), que viveu na atual Palestina, não nos deixou nenhum livro escrito, mas deixou-nos apóstolos e a Igreja. Esses apóstolos, em um primeiro momento, não se preocuparam em escrever a vida de Cristo, mas em anunciá-Lo, em espalhar a fé n’Ele, pois pensavam que Ele voltaria logo em seguida. Por isso, os primeiros livros escritos no Novo Testamento são cartas entre as comunidades para resolver problemas concretos em certo local e não biografias de Jesus. Com o passar dos anos os membros da Igreja notaram que era necessário escrever a vida de Jesus, pois as testemunhas d’Ele na terra, aqueles que conviveram com Ele no dia-a-dia, já estavam morrendo.
            Entretanto, por mais que escrevessem coisas do seu dia-a-dia (as cartas mais antigas), ou buscassem relatar a vida de Jesus (Evangelhos), os autores humanos eram inspirados pelo Espírito Santo, de tal forma, que não escreveram nenhum erro sobre a fé e sobre os costumes dos cristãos. Assim, até o final da época dos apóstolos (ano 100 d.C.), os livros do Novo Testamento já tinham sido escritos. Mas não eram apenas os autores inspirados por Deus que escreviam sobre Jesus. Tinha-se um problema: como reconhecer quais livros eram verdadeiros, isto é, inspirados por Deus, e quais não eram?
            Nos primeiros anos após a morte e ressurreição de Jesus, os apóstolos celebravam a Missa de um modo diferente do que celebramos hoje, mas com a mesma intenção: reunir a comunidade em nome de Jesus e recebê-Lo na Eucaristia. Nessas celebrações, eles liam os escritos do Antigo Testamento e, com o surgimento dos primeiros livros após a vida de Jesus na terra, os cristãos começaram a ler esses livros na Missa, mas tais obras precisavam passar pelo crivo do bispo da cidade que presidia a celebração. O bispo conferia se o texto a ser lido estava de acordo com a mensagem que ele havia recebido na pregação dos seus bispos antecessores. Essa capacidade de separar os textos corretos dos incorretos também era um dom do mesmo Espírito Santo que inspirou a escrita dos livros. Assim, com o passar dos anos, cada região foi fazendo listas de livros, que eram comparadas quando os bispos se reuniam e, assim, no século IV, a lista dos livros inspirados, escritos até o ano 100 d.C. e sem sobre a fé ou sobre os costumes, já era a mesma que nós temos hoje no Novo Testamento.
            Como vemos, o Antigo Testamento foi recebido por Jesus dos judeus, e a formação da lista dos livros do Novo Testamento deu-se na Liturgia, sendo que na Igreja não existe uma Bíblia ou uma interpretação “particular” da Bíblia. Ela sempre deve ser interpretada na comunidade cristã que tem 2000 anos de Tradição, ao menos na mesma idéia de tal comunidade (a Igreja), pedindo-se o auxílio do Espírito Santo, o mesmo que inspirou os escritores sagrados.

Sem. Elton Vinícius Mayer

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O Bom Pastor


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30 de junho de 2011

15 de maio de 2011

Lectio Divina


OREMOS COM A BÍBLIA.
A leitura orante da Bíblia, ou LECTIO DIVINA , é um alimento necessário para a nossa vida espiritual. A partir desta oração, conscientes do plano de Deus e sua vontade, podemos produzir os frutos espirituais em nossa vida.
A LECTIO DIVINA é deixar-se envolver pelo plano amoroso e libertador de Deus. Santa Teresinha do Menino Jesus dizia, em seu período de aridez espiritual, que quando os livros espirituais não lhe diziam mais nada, ela buscava no Evangelho o alimento da sua alma.
Como fazer a LECTIO DIVINA?
A LECTIO DIVINA tradicionalmente é uma oração individual, porém, podemos fazê-la em grupos. O importante é rezar com a Palavra de Deus lembrando o que dizem os bispos católicos no Concílio Vaticano II, relembrando a mais antiga tradição católica, que conhecer a Sagrada Escritura é conhecer o próprio Cristo. Os monges diziam que a LECTIO DIVINA é a escada espiritual dos monges, mas é também a de todo cristão!
Quais os passos da LECTIO DIVINA?
1) Oração inicial: Comece invocando o Espírito Santo, que nos faz conhecer e querer fazer a vontade de Deus. Reze, por exemplo, com a seguinte oração:
«Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. - Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e tudo será criado; e renovareis a face da terra. Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo Senhor nosso. Amém.»
2) Leitura da Palavra de Deus: Leia, com calma e atenção, um pequeno trecho da Bíblia (aconselhamos que nas primeiras vezes utilize-se os textos dos Evangelhos, por serem mais familiares a todos). Se for preciso, leia o texto quantas vezes forem necessárias.
Procure identificar as coisas importantes deste trecho da Bíblia: o ambiente, os personagens, os diálogos, as imagens usadas, as ações. Você conhece algum outro trecho que seja parecido com este que leu? É importante que você identifique tudo isto com calma e atenção, como se estivesse vendo a cena. É um momento para conhecer e reconhecer a Boa Notícia que este trecho nos traz!
3) Meditar a Palavra de Deus: É o momento de descobrir os valores e as mensagens espirituais da Palavra de Deus: é hora de saborear a Palavra de Deus e não apenas estudá-la. Você, diante de Deus, deve confrontar este trecho com a sua vida. Feche os olhos, isto pode ajudar. É preciso concentrar-se!
4) Rezar a Palavra de Deus: Toda boa meditação desemboca naturalmente na oração. É o momento de responder a Deus após havê-lo escutado. Esta oração é um momento muito pessoal que diz respeito apenas à pessoa e Deus. É um diálogo pessoal! Não se preocupe em preparar palavras, fale o que vai no coração depois da meditação: se for louvor, louve; se for pedido de perdão, peça perdão; se for necessidade de maior clareza, peça a luz divina; se for cansaço e aridez, peça os dons da fé e esperança. Enfim, os momentos anteriores, se feitos com atenção e vontade, determinarão esta oração da qual nasce o compromisso de estar com Deus e fazer a sua vontade.
5) Contemplar a Palavra: Desta etapa a pessoa não é dona. É um momento que pertence a Deus e sua presença misteriosa, sim, mas sempre presença. É um momento no qual se permanece em silêncio diante de Deus. Se ele o conduzirá à contemplação, louvado seja Deus! Se ele lhe dará apenas a tranqüilidade de uns momentos de paz e silêncio, louvado seja Deus! Se para você será um momento de esforço para ficar na presença de Deus, louvado seja Deus!
6) Conservar a Palavra de Deus na vida: Leve a Palavra de Deus e o fruto desta oração para a sua vida. Produza os frutos da Palavra de Deus semeada no seu coração, frutos como: paz, sorriso, decisão, caridade, bondade, etc... Não se preocupe se alguma coisa não for bem, um dos frutos da Palavra de Deus é a noção do erro e a conversão pela sua misericórdia. O importante é que a semente da Palavra de Deus produza frutos, se 30, 60 ou 100 por um... o importante é que produza, e que o Povo de Deus possa ser alimentado pelos testemunhos de fé, esperança e amor na vivência de um cristianismo sincero.
Termine com a oração do Pai Nosso, consciente de querer viver a mensagem do Reino de Deus e fazer a sua vontade.
Curso para novos ministros com o Pe. Ramiro Mincato
Diocese de Novo Hamburgo-RS
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16 de agosto de 2010


Irmãos e Irmãs,
setembro é dedicado pela Igreja à Bíblia, grande carta de amor que Deus nos enviou ao longo dos tempos. Queremos, portanto, durante este mês, dedicar especial atenção à Palavra de Deus, fundamental em nossa vida.  “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para instruir, para refutar, para corrigir, para educar na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito, qualificado para toda boa obra” 2Tm. 3,16.
A Sagrada Escritura, dividida em Antigo e Novo Testamento, traz nos seus livros uma mensagem atual e desafiadora. Nela, um Deus que por amor nos fez à sua imagem e semelhança, nos convoca a fazer com que o mundo, desfigurado pelo pecado, retome a beleza original da fraternidade, justiça e paz, pois assim que o quer para seus filhos e filhas amados.
Somos, neste mês, particularmente chamados a fazer dessa grande carta de amor a razão de nossa vida. Somos chamados a fazer dela um eficaz instrumento de leitura e vivência, e não um objeto decorativo, às vezes, empoeirado pelo nosso descuido.
Que esse momento nos ajude a descobrir a importância de sermos “sal da terra, luz do mundo e que, pelas nossas boas obras, o Pai do céu será louvado e glorificado” Mt.5, 13-16. Que as palavras do mestre, afirmando que “nem todo o que diz Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do Pai”, Mt.7,21-25, nos estimulem a fazer nesse mês o propósito de que a Bíblia seja permanentemente a luz a guiar o nosso caminho.
Padre José Roberto Corrêa - Paróquia Senhor Bom Jesus - Taquara
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12 de agosto de 2010



A BÍBLIA
Bíblia é o plural de “Biblos”, palavra grega que quer dizer coleção de livros. Biblos foi também o nome que os gregos deram à cidade fenícia de Gebal, muito importante para o comércio do papiro importado do Egito, papel usado na antiguidade.
O termo Bíblia passou do grego ao latim, e deste às línguas modernas, como a Língua Portuguesa. Hoje, significa a coleção de livros sagrados, tanto para os cristãos como para os judeus. Também se chama Sagrada Escritura ou Palavra de Deus.
Ao abrir esse livro percebemos que não é um livro como os demais; suas páginas são verdadeiramente uma carta de amor de Deus para com os homens, pois narram a história, a relação de Deus com a humanidade. Ao longo dos tempos, Deus quis inspirar homens, que chamamos de hagiógrafos, para escrever essa carta, sempre atual, que continua a nos levar à experiência com este mesmo Deus.
Esses escritos estão divididos em dois testamentos. O Antigo Testamento começou a ser escrito por volta do século X a. C, no reinado de Salomão, até o século I a.C. O Novo Testamento começou a ser escrito pelos primeiros cristãos, mais ou menos 20 anos depois de Cristo (DC), tendo sua redação final até a morte do último apóstolo.
A disposição dos livros nem sempre foi no formato que hoje conhecemos, pois eram escritos em papiros e organizados em rolos. Ao logo dos tempos, com o desenvolvimento, foram codificados em capítulos e versículos até chegarem à forma atual.
No Antigo Testamento, encontramos a história da salvação: Deus vem ao encontro do homem, e deixa de ser um Deus distante, estabelecendo uma promessa de descendência ante o pecado, elegendo homens como Abraão e os profetas para guiar o povo. Este, por sua vez, responde a Deus, e se torna o “povo eleito”, confirmado com aliança. Nessa aliança Deus exige comprometimento, coloca condições, o que é chamado de lei, ou seja, um pacto onde Deus convida e a humanidade responde.
O Novo Testamento é o cumprimento total desta aliança, que se dá com Jesus Cristo. Ele realiza a promessa: Ele é a salvação prometida. Ele descobre o verdadeiro sentido da eleição. Ele é a Aliança definitiva e substitui a judaica. Sua Lei é o amor e supera a antiga Lei.
Livros do Antigo Testamento

O Pentateuco: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio
Livros Históricos: Josué, Juízes, Samuel I e II, Reis I e II, Rute, Crônicas I e II, Esdras, Neemias, Macabeus I e II.
Livros Didáticos: Tobias, Judite, Éster, Jonas
Livros Sapienciais: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico
Livros Proféticos: Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel,Oséias, Joel, Amós, Abdias, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.
Livros do Novo Testamento
Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João
Livro Histórico: Os Atos dos Apóstolos
Gênero Epistolar(cartas) - Romanos, Coríntios I e II, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, Tessalonicenses, Timótio I e II, Tito, Filêmon, Carta aos Hebreus
Epístolas(cartas) Católicas: Tiago, Pedro I e II, João I e II, Tadeu
Livro profético: Apocalipse.

Sem. Valnei Armesto
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Veja também 


8 de maio de 2010

A Palavra é a verdade! A Palavra é Jesus!
Porque Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida!

Fonte:datiadebora.blogspot.com/
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4 de maio de 2010

"Eu vos dou a minha Paz!"


Esta Paz de Jesus podemos obter na medida em que nos entregamos a Ele, a Cristo Ressuscitado. À medida que nos entregamos a Sua causa, aos projetos de Deus Pai. Esta é a paz estável, segura, nela podemos confiar!
Não é a paz que o mundo oferece, mas a paz de Cristo Jesus. A paz que Cristo oferece, oferece a todas as pessoas de boa vontade. Oferece àqueles que não se intimidam diante das dificuldades, mas confiam na sua palavra.
Que Maria, àquela que, no cenáculo, deu coragem aos apóstolos, que Ela dê a nós a mesma coragem para podermos proclamar com confiança a paz de Jesus a todos. Amém!
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26 de abril de 2010

"Eu conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem".
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"O Senhor é meu pastor, nada me faltará!"

14 de abril de 2010

Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 3, 16-21.

"Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que Nele crer encontre vida eterna" (Jo 3,16)
Senhor, fazei de mim um instrumento eficaz para que eu seja merecedora do teu amor e da tua misericórdia. Que neste dia eu seja, ainda mais, tua serva fiel na construção do Teu Reino. Um Reino de Paz e de Justiça para todos.Que a Tua Palavra seja semente em terra fértil, no meu coração e no coração de todos os meus irmãos. Amém
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13 de fevereiro de 2010




4 de fevereiro de 2010

O papa Bento XVI no dia 16 de setembro de 2005 fez um pronunciamento dizendo que acredita que a partir da recuperação da Lectio Divina, leitura orante da Bíblia, acontecerá uma “nova primavera espiritual” para a Igreja. Ele afirmou ainda que “A leitura assídua da Sagrada Escritura acompanhada pela oração permite este íntimo diálogo no qual, através da leitura, escuta-se Deus que fala, e através da oração, responde-se com uma confiada abertura do coração. Se se promove esta prática com eficácia, estou convencido de que produziria uma nova primavera espiritual na Igreja”.
A Sagrada Escritura ilumina nossa caminhada. É necessário escutar a Palavra de Deus para anunciá-la, recorda Papa. Ele ainda afirmou: “A Igreja não vive de si mesma, mas do Evangelho, e encontra sempre sua orientação nele para seu caminho”.

Lectio Divina significa rezar com a Palavra de Deus. Não é o estudo da Bíblia, ao contrário, é conhecer a Bíblia para rezá-la e vivê-la. Rezar e viver a Palavra. Colocar no centro da Lectio Divina não uma coisa, mas uma pessoa: Jesus Cristo. O Centro da nossa vida é Jesus Cristo, é alguém, uma pessoa. A Bíblia é o único livro que devemos possuir. Se perdermos a Palavra, perdemos tudo. Na Palavra encontramos Deus e a nós mesmos. São Jerônimo disse: “O único livro que devemos conservar em nossa vida é a Bíblia”. A Lectio Divina está chegando…
Fonte: Canção Nova - Verinha
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