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14 de agosto de 2011

Família, berço dos valores


Inícia hoje, 14 de agosto, a Semana Nacional da Família.
Deus abençoe todas as famílias.
Deus nos criou para vivermos em família. Jesus, ao vir ao mundo, não precisava necessariamente viver em uma família, mas Ele assim o quis, para deixar-nos o seu exemplo. É na família que a  vida é gerada, cuidada, amada e engrandecida. É no seio da família que o ser humano é construído. Foi no seio da família de Nazaré que o Menino Jesus foi preparado para a grande missão de Salvador dos  homens. Portanto, a família é a grande escola da vida, é o educandário do amor, da fé, da justiça, da paz e da santidade.
É porque a família é hoje tão ofendida pelas pragas da imoralidade, que a sociedade paga um alto preço social: jovens deliquentes, crianças abandonadas, pais separados, homens e mulheres frustrados, tanta violência, tanto crime, tanta morte…
O Catecismo diz que a família “A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente a liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade”  (§ 2207). “É no seio da família que os pais são para os filhos, pela palavra e pelo exemplo… os primeiros mestres da fé”, ensina a Igreja (LG, 11). “O lar é assim a primeira escola de vida cristã e uma escola de enriquecimento humano. É ai que se aprende a fadiga e a alegria do trabalho, o amor fraterno, o perdão generoso e mesmo reiterado, e sobretudo o culto divino pela oração e oferenda de sua vida” (§ 1657).
Para os pais, a vida conjugal é uma oportunidade riquíssima de santificação, na medida em que, a todo instante, precisam lutar contra o próprio egoísmo, soberba, orgulho, desejo de dominação, etc., para se tornar, com o outro, aquilo que é o sentido do matrimônio: “uma só carne”, uma só vida, sem divisões, mentiras, fingimentos, tapeações, birras, azedumes, mau-humor, reclamações, lamúrias, etc.
A luta diária e constante para ser “exemplo para os filhos”, para manter a fidelidade ao outro, para “vencer-se a si mesmo”, a fim de se construir um lar maduro e santo, faz com que caminhemos para a na nossa santificação. As cruzes do lar, o desemprego, as doenças, as dúvidas, os vícios do cônjuge, a dificuldade com os parentes, a preocupação com os problemas dos filhos, etc., tudo isso, torna-se no casamento como que o “fogo” que queima as ervas daninhas de nossa alma e nos encaminha para a perfeição cristã.
Por outro lado, a enorme tarefa que Deus confia aos pais, na geração e na educação dos filhos, o exercício dessa missão sagrada coopera para a santificação deles. O Catecismo diz que:
“O papel dos pais na educação dos filhos é tão importante que é quase impossível substituí-los”. “O direito e o dever de educação são primordiais e inalienáveis para os pais” (§ 2221; FC 36).
Para cumprir com responsabilidade essa sagrada missão, os pais devem criar um lar tranquilo para os filhos, onde se cultive a ternura, o perdão, o respeito, a fidelidade e o serviço desinteressado. Aí deve ser cultivado a abnegação, o reto juízo, o domínio de si, para que haja verdadeira liberdade.
Prof. Felipe Aquino
Marcador: Família



8 de agosto de 2011


Semana Nacional da Família
Família, Pessoa e Sociedade


Com a Semana Nacional, a Igreja quer, uma vez mais, salientar a importância da família, que, talvez mais que outras instituições, tem sido colocada em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura. Por isso, é fundamental um olhar atento dirigido à família, patrimônio da humanidade. O contexto atual exige da nossa ação evangelizadora um profundo ardor missionário para ajudar as famílias à não perderem de vista a sua missão primordial de ser a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade. A família participa decisivamente no desenvolvimento da sociedade. É o lugar privilegiado para forjar no coração do homem os valores perenes, sejam eles espirituais ou civis.
O que fazer de especial na Semana Nacional da Família? Contamos com a criatividade das comunidades. Contudo, indicamos algumas sugestões: as escolas poderão trabalhar sobre a realidade e os valores da família. As comunidades poderiam, além de intensificar a oração nas e pelas famílias, promover estudos e palestras sobre os valores das famílias ou outros temas de interesse. Importante também seria apresentar testemunhos de casais, de famílias, jovens e religiosos/as. Os filhos poderiam promover uma serenata para os pais. Celebração eucarística com a presença de todos os casais que nesse ano celebram as bodas. Vigília pelas famílias nas comunidades; adoração ao Santíssimo em prol das famílias; procissão luminosa onde será rezado o terço pelas famílias, fórum da família; peça teatral com o tema: “Família, pessoa e sociedade”; missa de encerramento em ação de graças pelas famílias.
Na semana dedicada a família venho agradecer a Deus por ter nascido em uma família cristã. Por ter me concedido a graça de ter pais que me educaram na fé e nos ensinamento de Jesus. Pais que me levaram a conhecer Jesus e Maria. Pais que me mostraram o caminho do Reino e o meu compromisso na construção desse Reino de Amor de Deus
Agradecer a família que constitui ao receber o Sacramento do Matrimônio. Abençoados por Deus, eu e o meu esposo, tivemos três filhos, presentes amados que Deus nos concedeu. 
Quero agradecer a constituição de uma nova família pela graça do Sacramento do Matrimônio, o casamento do meu filho. Uma nova família se constitui com as bênçãos de Deus, para trilharem os caminhos do Senhor com o compromisso de viver dignamente o sacramento recebido diante do Altar de Deus. 
Que o Senhor nos conceda a graça de podermos seguir dignamente os passos de Jesus, testemunhando nosso amor e nossa fé com gestos concretos diante da família e da comunidade. Amém!
 Marcador: Família

16 de fevereiro de 2011

Queridos irmãos em Cristo!

Olhando para a figura ao lado, lembrei de algumas coisas que minha querida e amada mãe costuma falar:
- Somos filhos de Deus e, portanto, chamados a sermos felizes, sempre. Durante toda a nossa vida, Deus nos conduz para uma vida de alegrias e de paz. Nós, muitas vezes, não percebemos os sinais do amor de Deus, algumas vezes até percebemos, mas não damos a devida importância. Sentimos-nos capazes de fazer nossas escolhas, muitas delas, não raras vezes, equivocadas.
Ao olhar a figura aqui ao lado, lembrei, portanto, das sábias palavras da minha mãe:
- Deus, nosso Pai, derrama todos os momentos de nossas vidas, muitas graças. Porém, a nossa falta de fé, em alguns momentos, nos cega e não percebemos. Ela, a minha mãe, compara, para melhor entendermos as graças derramadas por Deus sobre seus filhos e filhas, como a chuva que cai suave, mas permanentemente sobre cada um de nós. E nós, na turbulência do dia-a-dia, não percebemos e, assim, não aceitamos esses sinais de amor do Pai misericordioso. Minha mãe diz, ainda:
- Quando não percebemos as infinitas graças que nos vem dos céus, é como que abrir um guarda chuva, ou uma sombrinha sobre nós em dias chuvosos. Esse gesto vai impedindo, assim, que as gotas da chuva nos atinjam. Da mesma forma, quando não estamos atentos, quando não estamos em sintonia com o Pai celeste, colocamos sobre nós um guarda chuva o que nos impede de recebermos, de nos encharcarmos das graças de Deus.
Mas por que isso acontece? Ou melhor, como é que isso acontece conosco, se tudo o que se quer é receber as graças Divinas? Pensemos nisso, pois cada um tem suas razões, seus motivos e suas abstrações na vida, que nos levam a abrir o guarda chuva para as graças derramadas por Deus.
Obrigada Senhor, pelos meus pais, seus ensinamentos e testemunho de fé.
Marcador:  Família